amou o mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito,
para que todo aquele que nele crê
não pereça, mas tenha
a vida eterna.
Uma exposição de 28 palavras de esperança: começando com
Deus, terminando com a vida e encorajando-nos a fazer o mesmo.
Conciso o suficiente para ser escrito em um guardanapo ou memorizado em um instante, porém, sólido o suficiente para superar dois mil anos de tempestades e dúvidas.
Se você não sabe nada da
Bíblia, comece por aqui. Se você sabe tudo da Bíblia, volte para este
texto. Todos nós precisamos do lembrete. A essência do problema
humano é o coração do ser humano. E o tratamento de Deus está
prescrito em João 3:16.
O versículo é um alfabeto da graça, um sumário da esperança
cristã, cada palavra é um cofre com jóias. Leia-o novamente, devagar e em voz alta, e observe a palavra que prende sua atenção.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho
unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
“Deus amou o mundo de tal maneira...”
Esperaríamos um Deus
motivado pela raiva. Um Deus que castiga o mundo, recicla o mundo, abandona o mundo... mas um Deus que ama o mundo?
O mundo? Este mundo? Pessoas que partem o coração, que
roubam a esperança e que acabam com sonhos vagueiam por este
mundo. Ditadores ficam furiosos. Os que abusam impõem sua vontade. Reverendos pensam que merecem o título. Mas Deus ama. E
ele ama o mundo de tal maneira que deu suas:
Declarações?
Regras?
Sentenças?
Ordens?
Não. A declaração de João 3:16 que acalma o coração, que é
difícil de entender, e que faz ou quebra acordos é esta: Deus deu o
seu Filho... o seu Filho unigênito. Não há idéias abstratas, mas um Deus
envolto em carne. As Escrituras igualam Jesus a Deus.
Deus, então, se
entregou. Por quê? Para que “todo aquele que nele crê não pereça”.
John Newton, que pôs a fé em forma de música em Amazing
Grace (Preciosa Graça), adorava esta expressão que quebra barreiras.
Ele disse: “Se eu lesse: ‘Deus amou o mundo de tal maneira que
deu o seu Filho unigênito, para que, quando cresse, John tivesse a
vida eterna’, eu deveria dizer, talvez, que existe algum outro John
Newton; mas ‘todo aquele que’ significa este John Newton e o outro John Newton, e todos os demais, seja qual for o nome.”
Todo aquele que… uma expressão universal.
E pereça... uma palavra séria. Gostaríamos de amenizar, se não
apagar, o termo. Não Jesus.
Ele põe placas que dizem “Não Entre”
em cada milímetro do portão de Satanás e diz para aqueles que
estão propensos a entrar no inferno que o façam sobre seu cadáver.
Ainda assim, algumas almas insistem.
No final, algumas perecem e outras vivem. E o que determina
a diferença? Não são obras ou talentos, origens ou bens. Nicodemos tinha essas coisas aos montes. A diferença é determinada por
nossa crença. “Todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a
vida eterna.”
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